"...Desde que assisti a ele no palco do Tom Brasil, Edson Cordeiro entrou no meu universo sonoro como um dos maiores intérpretes que jamais ouvi."

Luis Nacif

 

"O que ele faz com a sua voz quebra as barreiras do lógico"

 Die Tageszeitung (Alemanha)


"O fenômeno versátil considerado pela imprensa europeia como a 8ª maravilha do mundo."

Público Alemão

 

Edson Cordeiro nasceu em Santo André – SP, em 9 de fevereiro de 1967. Começou a cantar aos seis anos, quando passou a fazer parte do coro de uma igreja evangélica chamado "Cordeirinhos do Senhor" até os 16 anos.

Filho de um mecânico e de uma bordadeira, fez teatro infantil e, em 1983, participou da ópera-rock Amapola, de Miguel Briamonte, que mais tarde seria diretor musical de seus discos. Em 1988 foi ator e cantor na terceira montagem brasileira da ópera-rock Hair! (Gerome Ragni, James Rado e  Galt  McDermot),  dirigida  por  Antônio  Abujamra.  No ano seguinte, atuou na montagem de O doente imaginário, de Molière (Jean-Baptiste Poquelin, 1622-1673), dirigida por Cacá Rosset. Com essa peça, viajou pela Europa, EUA, México e América Central. Seu primeiro show solo aconteceu em agosto de 1990, na Mistura Up do Rio de Janeiro. O sucesso foi imediato, e ele passou a ser disputado por várias gravadoras. Suas distinções são o timbre vocal de contratenor (voz masculina aguda, com o mesmo alcance do soprano feminino - no caso dele, sopranista -) e o repertório eclético, que inclui ópera, bossa nova, pop e jazz.

 A carreira solo como cantor tomou força a partir de 1990, quando se apresentou no Rio de Janeiro com grande sucesso, e assinou contrato com a Sony, onde gravou oito cds: Edson Cordeiro (1992), Edson Cordeiro (1994), Terceiro sinal (1996), Clubbing (1997), Disco Clubbing ao vivo (1998) Disco Clubbing ao Vivo – Mestre de Cerimônias (1999) e, “Dê-se ao luxo” (2001)

 Muitos foram os prêmios recebidos pelo artista desde o início da carreira.

-  Prêmio Sharp de Música de revelação do ano para Edson Cordeiro em 1992;

-  Prêmio Sharp de Música de melhor cantor para Edson Cordeiro em 1992;

-  Prêmio Sharp de Música de melhor arranjador do ano de 1992 para Miguel Briamonte, pelo primeiro disco de Edson Cordeiro;

-  Prêmio Sharp de Música de melhor música do ano para Sueli Costa, pela autoria de "Voz de Mulher" – primeiro disco de Edson Cordeiro;

-  Prêmio APCA – melhor cantor do ano de 92 por seu primeiro disco;

-  Prêmio Sharp de música de melhor cantor do ano de 1996 pelo CD Terceiro Sinal;

-  Prêmio Sharp de música de melhor arranjador do ano de 1996 para Miguel Briamonte pelo CD Terceiro Sinal, de Edson Cordeiro.

- Miguel Briamonte também foi um dos três indicados ao Prêmio Sharp de Música de melhor arranjador do ano de 1994, pelo segundo disco de Edson Cordeiro.

 O seu último trabalho lançado no Brasil, que inclusive foi indicado ao Grammy Latino de 2006, na categoria de melhor música clássica, foi o álbum “Contratenor” (2005), pela Paulus.

 

Desde a década de 90 Edson conquistou seu espaço no mercado europeu, isso após ter firmado seu talento no Brasil. Desde abril de 2007 o cantor, radicado na Alemanha, excursiona pela Europa intercalando dois formatos de shows. Um com o premiado trio alemão Klazz Brothers, com quem gravou o cd “Klazz meets the Voice”(2007), pela Sony/BMG Alemã, um mix de jazz, música erudita e popular. No outro Cordeiro, ao lado do pianista alemão Broder Kuhener, faz um mix de sucessos de sua carreira e passeia pela ópera de Mozart, pela bossa nova de Tom Jobim, pelo pop de Madona e Michael Jackson entre muitos outros ritmos.

 Em 2009 gravou o álbum “The Woman’s Voice – A Voz da Mulher”, (pela gravadora alemã “Prime Records”). Neste novo show o cantor homenageia grandes divas da música em todo o mundo. “A Voz da Mulher” tem uma coisa em comum com seus projetos anteriores: Novamente, ele faz algo completamente diferente do que era esperado. De acordo com o princípio “Mudar para continuar” Edson Cordeiro dedicou a voz para sua grande inspiração: A voz feminina. Neste contexto ele agora interpreta grandes e variadas cantoras, entre elas: Billie Holiday, Yma Sumac, Shirley Bassey, Zarah Leander, Edith Piaf, Madonna e, é claro, brasileiras como: Carmen Miranda, Elis Regina e Dalva de Oliveira.

Acompanhado do brilhante pianista alemão Broder Kuhne dá as canções novas interpretações esplendorosas. Edson Cordeiro é hábil para trazer um novo brilho a esses clássicos que têm suas marcas na história da música.

Em 2012, com seus projetos "My Collection", "Lounge Disco" (com o Trio alemão” Klazz Brothers”) e "Samba Deluxe", ele continuará com sua excepcional história de sucesso, cantando em teatros com ingressos esgotados sobre tudo com suas apresentações excitantes e inspiradas por todo o mundo, no estilo Edson Cordeiro, é claro!

 Em 2015, lança “PARADIESVOGEL”, seu décimo primeiro álbum, gravado na Alemanha. Em "Paradiesvogel" Edson dá sua potente voz de contratenor a um repertório poliglota e sua ampla gama de músicas - spanningg de World Music, Bossa Nova para Chanson - dando a cada faixa um som quente e maravilhoso com sua espetacular quatro oitavas-voz.  “Paradiesvogel” não é apenas uma viagem ao passado, pois Edson canta novas músicas escritas especialmente para ele, e conta sobre os pássaros que inspiraram compositores como Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira com "Asa Branca" e "Assum Preto" e "Azulão" de Jayme Ovalle e Manuel Bandeira.

Para Edson, as canções de “Paradiesvogel" – “Ave do Paraíso", são também cantoras que o inspiram e que são homenageadas como a cantora cubana "La Lupe" (La Tirana) ou a ítalo-francesa "Dalida" (Ciao Amoré) e a sueca Zarah Leander (Ich weiss es Wird) a Alemã "Marlene Dietrich" (Mutter hast du mir vergeben) e um dos pássaros mais raros e deslumbrantes que é "Carmen Miranda" (Disseram que voltei americanizada).

Com a sua impressionante amplitude vocal, críticos da Alemanha escrevem que Edson Cordeiro supera os tons de Zarah Leander, é mais dramático que Dalida, mais louco do que o Latino Rainhas Lola Flores e La Lupe e mais suave que Adele.

Considerado como um dos cantores mais versáteis da atualidade. Com a sua impressionante amplitude vocal e a sua enorme variedade tímbrica, ele sente-se à vontade tanto na ópera e música clássica como nas formas mais modernas da música latina, jazz, rock, pop e dance music. Consegue interpretar cada canção como se fosse sua, de uma maneira pessoal e inimitável.